OVO - Cirque du Soleil : Mídia Day

em 18/04/2019

Aconteceu aqui em São Paulo, o Media Day, a coletiva de imprensa do espetáculo OVO do Cirque du Soleil. A convite da minha amigona Tatê, do  Passeios Kids, eu realizei essa cobertura, e lógico que não ia deixar de contar como foi.

midia day



Mídia Day: OVO - Cirque du Soleil

Ao todo 100 pessoas  participam do show, e temos  25 nacionalidades diferentes.  Em cenas, participam 50 artistas de 14 nacionalidades. Entre eles, alguns brasileiros compõem o elenco.
Toda a estrutura é do Cirque du Soleil, para isso desembarcaram 21 containers aqui no Brasil trazendo o material do espetáculo, incluindo desde máquinas de lavar roupas até todos os equipamentos de fitness. Uma parafernalha e tanto, que só vendo ao vivo para se ter noção.



O Ovo é o mais brasileiro de todos os espetáculos .Criado e dirigido pela Débora Colker, traz sua marca registrada com um ato na parede.  

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Wall- Débora Colker


6 artistas brasileiros estão em cena. A Ladybug interpretada pela Neiva Nascimento,  o músico Marquinhos, a cantora Larissa e o artista Martim nos concederam uma breve entrevista. Abaixo eu conto, um pouquinho de cada entrevista.

Ao todo, 3000 mil shows – OVO já foram exibidos desde 2009, em 17 países e 137 cidades diferentes. 6 milhões de pessoas já assistiram. Os números são assustadores mesmo! Isso mostra a maestria do Cirque du Soleil.

Todo figurino é feito a mão na sede central em Montreal, e são mais de 1000 peças de figurino. A cada 6 meses acontece as trocas dos figurinos. Um curiosidade, são usados 2 tipos de tecido: Lycra e Mitex. Esse  último confere um brilho especial, um característica plástica ao tecido.


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Eu em meio aos figurinos


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Detalhes figurinos


4 pessoas que trabalham no figurino, sendo uma exclusiva para os sapatos, outra para os chapéus, e outra para as roupas em si. A chefe  do figurino que cuida de tudo é a MAR.

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MAR - ela quem cuida dos figurinos



Outra curiosidade, cada artista faz sua própria maquiagem. E algumas duram de 20 minutos até 1 hora para serem executadas. A MAC é parceira do Cirque du Soleil , e desenvolve cores específicas para eles.

Todas as peças são lavadas em máquinas próprias que eles trazem com eles.

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Lavandeiria


Assistimos 2 passagens de cenas: o Trapézio Russo, que conta com 10 pessoas ao todo.

E a cena da parede , que no show os grilos que encenam. Ao todo 11 cenas compõe todo o espetáculo


Curiosidades:

Neiva Nascimento:

Ela representa a Ladybug. Há 3 anos encena o espetáculo OVO. Realizou a 1ª audição e só depois de 10 anos foi chamada para compor o elenco.  Como ela mesma diz, a Joaninha  é empoderada e se interessa pelo forasteiro. Rola um flerte e história se desenrola nesse contexto. Mas ela sabe o que quer e vai atrás. É decidida, e sozinha e solitária.   Uma curiosidade, Neiva não tem uma substituta, um backup, como eles dizem. Uma outra pessoa, é treinada  caso haja algum imprevisto com ela, mas não para o papel, e sim como um outro inseto complementar.

A Neiva foi uma querida comigo, e ainda gravou um vídeo para nós.



Martin:

Faz suas acrobacias na faixa. E a vida imita a arte. Ele faz par romântico com a sua própria esposa.  Ele me disse que geralmente eles estão a 8 metros do chão, e sem nenhum corda de segurança, somente seu próprio corpo e a faixa.  Eu morreria de medo, mas é muito treino, não é mesmo?

Marquinhos:

Percussionista, controla um montão de instrumentos.  Ele me disse que poucas coisas tem uma música de fundo, mas quase tudo do show é Ao VIVO. Como tudo pode acontecer durante o espetáculo,  até pequenos deslizes e imprevistos com os artistas, na sua frente existe um monitor, e ao seu lado um microfone onde ele se comunica com o “chefe” da banda em tempo real, além de tocar os instrumentos. Tudo em perfeita harmonia e sincronia. 




Para saber mais, leia abaixo: Música.

Larissa:

Integra o time dos brasileiros que conversamos hoje, ela  é  cantora. Está a pouco tempo no Cirque. Sua estreia foi em Belo Horizonte e rodará com eles a turnê da América Latina. Da mesma forma como Neiva, Larissa não tem uma substituta. Ele tem toda uma preparação vocal, com especialistas, treinadores, aulas de canto e acompanhamento fonoaudiológico para “não ficarem doentes”, brincou ela. Caso não possa entrar em cena algum dia, e até hoje não aconteceu, ela tem sua voz gravada e ai outro inseto entraria em cena com outro papel, nunca substituição. Incrível isso, não é mesmo?

Conheça mais dados e detalhes sobre o Cirque du Soleil


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Trapézio Russo


O Cirque du Soleil volta ao Brasil em 2019 com o espetáculo OVO, dirigido por Deborah Colker, depois de passar pela América do Norte e Europa, nos últimos dois anos. Em curta temporada pelo país, o show já passou por Belo Horizonte, de 07 a 17 de março, no Ginásio Mineirinho; Rio de Janeiro de 21 a 31 de março, na Jeunesse Arena; Brasília de 05 a 13 de abril, no Ginásio Nilson Nelson; e chega hoje a São Paulo de 19 de abril e ficará até 12 de maio, no Ginásio do Ibirapuera.

Após emocionar mais de 5 milhões de pessoas por todo o mundo, desde que estreou em Montreal em 2009 como um show de tenda, OVO embarcou em uma nova jornada. Realizando a mesma produção cativante, apresentada de forma inédita no país em arenas, o espetáculo dá a oportunidade para que pessoas de diversas capitais possam assistir a um espetáculo do Cirque du Soleil.

A produção é amplamente inspirada na cultura brasileira, repleta de cores e com uma trilha musical bastante rica, passeando por ritmos típicos como a bossa nova, samba, xaxado, funk, entre outros. Tudo, claro, com muita percussão.

Sobre o espetáculo OVO


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Quando um ovo misterioso aparece em seu habitat, os insetos ficam maravilhados e intensamente curiosos sobre esse objeto icônico que representa o enigma e os ciclos de suas vidas. É amor à primeira vista quando um inseto desajeitado e peculiar chega nessa comunidade movimentada e se depara com uma joaninha fabulosa.

OVO é um mergulho em um ecossistema colorido e repleto de vida, onde os insetos trabalham, comem, rastejam, flutuam, brincam, brigam e buscam pelo amor em uma farra sem fim, cheia de energia e movimento. O universo dos insetos é um mundo de biodiversidade e beleza, cheio de ruídos e momentos de emoção silenciosa. O elenco de OVO é composto por 50 artistas de 14 países, incluindo quatro brasileiros, especializados em diversas acrobacias.

OVO transborda de contrastes. O mundo oculto e secreto aos nossos pés é revelado de maneira tenra e tórrida, barulhenta e silenciosa, pacífica e caótica. E quando o sol nasce em um novo e belo dia, o ciclo vibrante da vida dos insetos recomeça.

OVO é um símbolo atemporal do ciclo da vida e nascimento de numerosos insetos que sustentam a trama subjacente do show. Em sua criação gráfica, o logotipo com o nome do espetáculo remete à figura de um inseto: As duas letras “O” representam os olhos, enquanto da letra “V” saem duas pequenas antenas.


O Time Criativo por trás do mundo de OVO é: Guy Laliberté e Gilles Ste-Croix (Guias Artísticos); Deborah Colker, primeira diretora mulher no Cirque du Soleil (Autora, Diretora e Coreógrafa); Chantal Tremblay (Diretora de Criação); Gringo Cardia (Designer de cenário e adereços); Liz Vandal (Figurinista); Berna Ceppas (Compositor e Diretor Musical); Éric Champoux (Designer de Iluminação); Jonathan Dean (Designer de Som) e, pela primeira vez no Cirque du Soleil: Fred Gérard (Rigging e Designer de Equipamento Acrobático); Philippe Aubertin (Designer de Performance Acrobática); e Julie Bégin (Designer de Maquiagem).

Ants

Os insetos mais trabalhadores da comunidade são as formigas vermelhas brilhantes. Assim que acordam, passam a jornada recolhendo alimento. No cardápio de hoje, kiwis e milho. Mas nem tudo é trabalho; elas também se divertem. Deitadas de costas, usam os pés para equilibrar a própria comida ou até mesmo outras formigas, em uma demonstração impressionante de malabarismo de precisão.

Orvalho

Sobre caules esguios e gavinhas retorcidas de uma planta elegante, uma libélula executa um gracioso número de parada de mão, transferindo o peso de uma mão para a outra enquanto se mantém equilibrada no topo da folhagem, de ponta-cabeça. A tarefa exige controle e força extraordinários.

Diabolôs

Manuseando em alta velocidade e com extrema segurança um jogo de diabolôs (espécie de ioiô gigante que desliza sobre um fio preso a varetas), um vaga-lume arremessa um, dois, três e, finalmente, quatro carretéis no ar e os enlaça de volta em perfeita coordenação, num malabarismo aparentemente impossível.

Creatura

Parte slinky (brinquedo semelhante a uma mola) e parte inseto, a Creatura dita o seu próprio ritmo: é um nó flexível e sinuoso, de membros alongados em constante movimento.

Web

Uma das aranhas engraçadas do show revela o seu lado sensual quando atrai a atenção de um grupo de grilos ao entrelaçar o corpo sobre, sob e através dos fios de sua teia. Logo, junta-se a ela uma deslumbrante aranha contorcionista, que exibe o seu próprio feitiço sensual com um número de tirar o fôlego.

Acro trio

Combinando elementos de dança, acrobacia, atletismo e pura agilidade, três pulgas amarelas e vermelhas voam pelo ar e se juntam em formações esculturais graciosas e perfeitamente equilibradas.

Slackwire

Em uma performance de difícil execução, uma aranha desafia a gravidade e a física em uma sucessão de feitos aparentemente impossíveis de força e equilíbrio ao atravessar um arame bambo. Em certo momento, seu corpo se inclina a um ângulo de 45 graus em relação ao solo, que está cinco metros abaixo. O número culmina com o artista andando de monociclo de ponta-cabeça. O arame se move constantemente para cima e para baixo, aumentando o seu grau de dificuldade.

Wall

parede


Marca registrada da diretora Deborah Colker, este número apresenta uma dúzia de artistas correndo, pulando e cruzando - de um lado para o outro e de baixo para cima - uma parede vertical sem o apoio de cordas de segurança. Colchões de ar e trampolins ajudam na aceleração, velocidade e impulso para voar. A capacidade atlética, a força física e a coordenação do time cuidam do resto.

Cocoon

Combinando agilidade e graça, esta futura borboleta exibe sua metamorfose teatral em um número de contorção solo em tecido aéreo.

Scarabs

Em um número aéreo espetacular, um grupo de escaravelhos se lança entre banquilhas (plataformas) localizadas nas bordas e no centro do palco, em voos de seis metros de distância.

Butterflies

Misturando mão-a-mão, balé e contorção aérea em um impressionante número no ar, este par de Borboletas executa um pas-de-deux em correias aéreas que lhes permite rodopiar e aterrissar, saltar e voar em perfeita harmonia.



Personagens 

The Ladybug


A Ladybug (Joaninha) é grande e forte (embora não perceba) e cheia de vida. Ao contrário de todos os outros insetos da comunidade, ela não faz parte de uma família. Ela é sozinha e solitária e está secretamente esperando que algo maravilhoso aconteça em sua vida - algo como o amor. Quando The Foreigner chega carregando um estranho ovo, ela fica animada com a possibilidade de que a sua vida - e a de todos os outros – esteja prestes a mudar.

The Foreigner

The Foreigner (O Estrangeiro) é uma mosca em constante movimento, com muita vitalidade, carente de atenção, cheio de bravatas e de uma confiança equivocada - algumas vezes é simplesmente maluco. A aranha sexy vê sua chance de conquistá-lo se esvair quando ele se depara com a Ladybug pela primeira vez. É amor à primeira vista!

Master Flipo


Master Flipo é o chefe da comunidade de insetos, talvez por ser o mais velho. Ele é inteligente e sábio - mas excêntrico e bastante bobinho algumas vezes. Toda a comunidade o respeita e gosta dele, mesmo sabendo que ele pode ser um pouco idiota.

Figurinos

Cumplicidade com o mundo dos insetos

Liz Vandal, a figurinista do OVO, tem uma afinidade especial com o mundo dos insetos. "Eu sempre tive paixão por eles", diz ela. “Quando eu era apenas uma criança, colocava pedras ao redor do quintal, perto das árvores frutíferas, e as levantava regularmente para observar os insetos que haviam se instalado sob elas. Eu costumava acariciar lagartas e deixar as borboletas entrarem na minha casa. Quando descobri que OVO seria inspirado em insetos, imediatamente soube que estava na posição perfeita para prestar homenagem a esse mundo majestoso com os meus figurinos”.

O trabalho de Liz tem um estilo marcante inspirado por super-heróis futuristas e armaduras de todas as épocas. São estas duas fontes que impregnam a criação de seus figurinos em OVO. Formas elegantes e looks alongados por espartilhos são um aceno ao mundo dos super-heróis, enquanto a couraça segmentada de parte do figurino combina materiais rijos e macios, como as armaduras e as vestes dos cavaleiros da Renascença.

Evocação ao invés de imitação

O primeiro desafio de Liz foi imaginar uma maneira de recriar os insetos sem copiar sua anatomia real. “A solução foi conectar-se com a sensação de estar cara a cara com uma aranha, uma barata ou uma borboleta”, explica ela. “Então desenhei imagens detalhadas que interpretavam suas morfologias. Por exemplo, calças de renda cheias de veias evocam as asas da libélula, ao passo que o ferrão do mosquito é representado por um ‘moicano’ de finos caules vermelhos. A ideia da couraça também se tornou uma metáfora, uma vez que a palavra ‘inseto’ se refere a ‘seções’. Essa revelação consolidou minha abordagem ”.

Orgânico / Sintético

Liz contou com a vasta experiência e técnica da loja de figurinos do Cirque para poder executar o trabalho. “Juntos, desenvolvemos técnicas de plissagem de tecidos para criar músculos, volumes e invólucros tridimensionais”, ela explica.

“O resultado é uma espécie de origami orgânico. O exemplo mais óbvio disso é o figurino dos grilos. A equipe também explorou as texturas de asas e arcabouços usando a técnica de sublimação para poetizá-los e dar a eles uma textura evocativa”.

Em um jogo de cores e padrões, Liz implementou variações em um tema, incorporando linhas finas nas formigas e grilos, e pregueou roupas transparentes abstratas para as libélulas. Ela também usou materiais duros para sugerir a armadura dos insetos e tecidos rendados para as asas e partes moles de seus corpos. Para permitir que certos personagens, como o mosquito, se movam, ela sobrepôs camadas de “cascas” que se abrem e fecham para revelar em seu interior um corpo macio.

Grilos - símbolos da colônia

Dez grilos formam o principal grupo de insetos do show. Às vezes, suas pernas se afastam dos corpos dando a impressão de que há uma invasão de insetos acontecendo. "Eu tenho uma queda especial por esses personagens", diz ela, "porque seus figurinos são sexy, gráficos e vibrantes".

The Foreigner, personagem que surge logo no início de OVO, é uma mosca em traje tradicional que só revela sua verdadeira natureza ao se apaixonar pela Ladybug. Após a transformação, ele usa um figurino colante de espinhos. Sua forma angulosa e esbelta contrasta com a silhueta arredondada da Ladybug.

Fontes de inspiração

Liz Vandal inspirou-se em várias fontes, incluindo alguns designers de moda, como Pierre Cardin - mestre das linhas gráficas e formas geométricas -, bem como nas mangas com fendas da época da Renascença.

Liz e sua equipe utilizaram a técnica de pregas permanentes desenvolvida pelo designer japonês Issey Miyake, que dá uma certa rigidez ao material e cria um efeito orgânico. "Nós avançamos ainda mais com a técnica", ela diz, "ao imprimir em materiais coloridos e aquecendo e corroendo o tecido, não apenas para enrijecê-lo, mas também para lhe dar um brilho metálico".

Alguns destaques

• A maioria dos personagens tem duas versões de figurinos: a primeira, mais leve e funcional, para a performance acrobática; e a segunda, mais pesada e rica em detalhes, para as cenas de vida na comunidade.

• Os figurinos iniciais dos grilos exigiram 75 horas de trabalho cada um, por conta da sua complexidade e da necessidade de lhes dar rigidez, mas sem reduzir a flexibilidade e a capacidade de expansão do material usado.

Música

Para criar a trilha musical de OVO, o carioca Berna Ceppas misturou bossa nova, samba e xaxado a funk e electromusic, entre muitos outros ritmos. E, como era de se esperar de um bom brasileiro, recorreu a muita percussão. Sampleou sons reais de insetos para inserir na música que compôs diretamente no teclado e, além disso, atribuiu instrumentos e temas individuais a personagens específicos do show.

A banda de sete integrantes que executa a trilha ao vivo inclui um bandleader / baterista, um baixista e contrabaixista, um percussionista, um violinista, uma instrumentista de sopro, um tecladista, um guitarrista e, ainda, uma cantora.

Ao contrário dos musicais, onde o elenco segue o ritmo da música, no Cirque du Soleil é a música que precisa se adaptar ao que acontece em cena. Para isso, o líder da banda, músicos, cantores e equipe de som comunicam-se ao longo de todo o espetáculo via fones de ouvido e microfones.

Cenografia 

Criando um espaço orgânico e interpretando a natureza

O designer gaúcho (radicado no Rio de Janeiro) Gringo Cardia inspirou-se nas estruturas que certas espécies de insetos criam quando estabelecem ninhos e colônias.

Parceiros de longa data, Gringo trabalhou com Deborah Colker em muitos espetáculos de dança dirigidos por ela. A intimidade permite que nenhum dos dois exerça a sua função isoladamente: ambos estão acostumados a opinar na área do outro, numa troca intensa de ideias. Em OVO, ele contribuiu com conteúdo para o roteiro e ela trouxe ideias para o cenário.

O cenário geral de OVO estiliza um habitat onde os insetos vivem - às vezes uma floresta, em outras uma caverna, ou até mesmo uma casa. O objetivo de Gringo era criar um ambiente orgânico que pudesse se transformar em muitos outros lugares.

maquiagens
Bancada de maquiagens 

Espero que vocês tenham gostado. 

Obrigada, Tatê, pelo convite! Agora estamos aguardando ansiosamente para ver tudo isso ao vivo e a cores durante essa estada aqui em Sampa.

Cirque du Soleil, que vocês tenham casa cheia todos os dias dessa temporada. Parabéns pelo lindo trabalho. 


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